O senador Romário (PSB-RJ), que votou pela admissibilidade do impeachment, ficou indeciso sobre o afastamento definitivo poucos dias depois por acreditar não haver provas suficientes que justifique. A dúvida foi comunicada ao Planalto acompanhada de uma fatura.

Ele pediu o comando da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência e uma diretoria em Furnas.

A primeira vaga já havia sido prometida para a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP). Cadeirante e militante histórica, ela queria emplacar um nome da área. Romário ganhou apenas o cargo, que ficou com a ex-deputada Rosinha da Adefal.

Na prática esse cargo não terá receita e nem orçamento, bem diferente da secretária nacional dos direitos das pessoas com deficiência criado pela Presidenta Dilma e com orçamentos robustos para promoção de ações que garantam a inclusão.

Para Romário vai servir mais para fazer política com a suposta nomeação do que efetivamente propor políticas públicas.

 

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