“O ilegítimo Michel Temer (PMDB) se aposentou aos 55 anos. Ele ganha R$ 30 mil do governo do São Paulo. Mas o tinhoso não tem vergonha de propor 49 anos de contribuição para a aposentadoria integral”; a crítica é do jornalista Esmael Morais; ele lembra outros defensores da mudança na Previdência: o ex-presidente FHC, que se aposentou aos 37 anos, e o ministro da Casa Civil Eliseu Padilha que “pendurou as chuteiras” aos 53 anos, com salário de R$ 19,3 mil pagos pela Câmara.

 

Por Esmael Morais – O ilegítimo Michel Temer (PMDB) se aposentou aos 55 anos. Ele ganha R$ 30 mil do governo do São Paulo. Mas o tinhoso não tem vergonha de propor 49 anos de contribuição para a aposentadoria integral.

Se um jovem de 21 anos começar a trabalhar hoje, somente aos 70 ele conseguirá se aposentar – se contribuir ininterruptamente 49 anos.
O diabo é que nem todo mundo consegue ficar empregado tanto tempo, ininterruptamente, se o golpe de Estado se efetivou justamente para promover o desemprego, ou seja, gerar “estoque” de mão de obra barata para gananciosos empresários.

Também é fundamental destacar parte significante da juventude vinha ingressando no mercado do trabalho bem mais tarde, após a universidade e especializações, o que significa que muitos morrerão sem nunca conseguir se aposentar – haja vista a expectativa de vida dos brasileiros.

Outro que defende ferrar o povo pobre na aposentadoria é o ex-presidente FHC. Ele se aposentou aos 37 aninhos.

O ministro da Casa Civil Eliseu Padilha também “pendurou as chuteiras” aos 53 anos, em 1999, com salário de R$ 19,3 mil pagos pela Câmara.

Resumo da ópera: somente um trouxa concordaria com a reforma da previdência proposta por Temer.

 

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